Começou a exploração

 

Baru Offshore, estrangeira, usa reforma trabalhista para achatar salários

Fundada em 2010 para prestar serviços de apoio marítimo offshore ao crescimento da indústria de petróleo e gás puxado pela Petrobras nas duas últimas décadas, a Baru Offshore é uma das primeiras empesas a praticar o caráter de exploração que simboliza a reforma trabalhista.

O TAICUPAM recebeu em abril denúncia de bordo sobre o achatamento de salários e já está apurando. De acordo com relato de marítimos da própria companhia, a Baru Offshore está demitindo profissionais com salários conquistados nos Acordos Coletivos de Trabalho (ACTs). No lugar dos marítimos desligados, outros são contratados com vencimentos pela metade.

A denúncia informa que um cozinheiro que ganhava R$ 4.200 foi demitido e no lugar dele foi contratado outro cozinheiro ganhando R$ 2.100. Outro caso é o de marinheiro de convés: os que ganhavam R$ 4.900 são demitidos, e, no lugar deles, são contratados por R$ 2.300.

A Baru Offshore é uma subsidiaria da Intertug S/A, especializada em serviços de rebocadores com operação nos mercados da Colômbia, da Venezuela, da Costa Rica e do México.

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